Remar com fé eu vou

Remar com fé eu vou

Meu paralelo em alegria
Se cruza em Umarizal
Deixei minha última lágrima em Belém do Pará
Onde nasceu um enorme açaizal

E dentro de um Sobrado em Santa Izabel
Uma parte de mim permanece aquecida
Nas lutas da esquerda e nas teorias de Kardec
Minha Pequena história se acabou adormecida

Mas remar com fé eu vou
Que a água barrenta do Rio
Sempre deságua no mar.





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